Pároco: Padre Marcos Vinicius Rosa
Nascimento: 03/05/1968
Ordenação: 15/04/2000
Endereço: Candido Mota, 35, Centro, Caraguatatuba – CEP: 11.660-000
Email: pe.mvrosa@gmail.com
Auxiliar: Padre Floriano Marcos da Silveira
Padre Marcos Vinicius Rosa
No dia 03 de maio de 1968, às 22h30, na Santa casa de misericórdia, em Votuporanga/SP, nascia Marcos Vinicius Rosa. Nome este, sugerido por uma vizinha e acolhido pela sua mãe por ter achado bonito, inspirado no nome de um jogador de futebol.
Aos 09 de junho do mesmo ano, na igreja matriz Nossa Senhora Aparecida, em Votuporanga, numa bela manhã, Marcos Vinicius Rosa foi batizado pelo Frei Pedro Lavares Filho. Iniciou-se assim a caminhada deste filho de Deus que por sinal não foi nada fácil nos seus primórdios. A Infância foi muito sofrida. Os seus pais tiveram que mudar desta cidade pequena e pacata, para a cidade de Santo André, na grande São Paulo, por motivos de trabalho e de um sonho de seu pai que jamais se realizou. Ele, o seu pai, sempre sonhou em ser bem sucedido na vida, mas nunca pode realizar o tal sonho. Com esta mudança a família encontrou muitas dificuldades de adaptação e principalmente de sobrevivência. Passaram por períodos de necessidades extremas: literalmente passaram fome durante dois anos. O pequeno Marcos, com apenas quatro anos, saia com sua avó paterna nas feiras públicas do bairro para pegar comida no lixo a fim de sustentar os seus irmãos que choravam constantemente de fome. Neste período eram três crianças com o quarto a caminho.
Conheceu a violência no lar e fora dele. O seu pai se entregou à bebida e constantemente as discussões caseiras terminavam em briga e sua mãe era aquela que levava a pior. Quando ele observava os seus irmãos com fome chorando pedindo à sua mãe, conseqüentemente a sua mãe chorava por não ter nada para oferecer, ele chorava junto, não pela fome, mas por ver a sua mãe chorar, diante da sua incapacidade.
Num belo dia, cansada de sofrer, a sua mãe inventou uma desculpa e queria visitar os seus pais que moravam numa cidade pequena: Cardoso, próxima à sua cidade natal. Conseguindo, depois de muito custo. Sua mãe ao chegar na casa de seus pais relatou tudo o que se passava e, graças a Deus, o seu avô materno não deixou ela e as crianças voltarem mais para aquela cidade em São Paulo. Ficaram por um bom tempo na casa do seu avô onde ele afirmava: “filha minha e meus netos não passarão fome na minha casa”. Foi realmente uma bênção, seu avô morava de empregado numa fazenda, e daquele dia em diante nunca mais passaram fome. Tiveram grandes dificuldades, mas o que comer era sagrado.
Marcos Vinicius começou a trabalhar muito cedo. Aos sete anos de idade saia nas ruas vendendo verdura, picolé etc. Ia sempre acompanhado de sua irmã mais velha, Marilda. Como ele não sabia contar dinheiro nem voltar troco, era a sua irmã que o fazia, no entanto, esta dupla era boa de vendas. Trabalhou também de engraxate, carpir lote…
Aos 09 anos de idade conseguiu o seu primeiro emprego diário. Trabalhava preparando mudas de café. De manhã ia para a escola e à tarde até a noitinha fazia estas mudas. Um detalhe muito importante é que sempre, todo o dinheiro era entregue na mão de sua mãe, que depois, quando podia, lhe dava uns trocados para comprar um doce na venda. Esta era a única regalia que ele tinha: poder comer um doce da venda pelo menos uma vez a cada 15 dias (o que ele mais gostava na época era a famosa paçoquinha de amendoim).
Aos 11 anos começou a trabalhar no comércio. Passou a estudar no período noturno para poder trabalhar durante o dia. Depois passou a trabalhar numa fabrica de ourivesaria. E aos 14 anos passou a trabalhar num supermercado para poder quitar a dívida de sua família. Durante três meses trabalhou de graça para pagar a dívida, depois, dependendo do seu empenho ganharia a vaga. Como sempre foi muito esforçado não teve dificuldade para conquistar a vaga. Trabalhou neste supermercado quase dois anos.
Aos 16 anos começou a trabalhar na industria de estofados e logo chegou ao cargo de responsável de sessão.
Com 17 anos, retornava para a Igreja fazendo assim a catequese de 1ª Eucaristia e se engajando nos grupos de jovens e nos encontros da comunidade. Neste dia, completando 19 anos, achou que deveria vivê-lo mais próximo de Deus. Foi como um retiro espiritual. Poucos dias depois eis que acontece o momento maravilhoso do encontro com Deus e conseqüentemente o chamado. Motivado pelo seu pároco que ao mesmo tempo era o reitor do seminário, foi para o seminário.
Ficou cinco anos no Seminário Menor São João Maria Vianei, em Votuporanga, devido o seu tempo de estudo. Em 1990 fez o 1º ano do Ensino Médio na E. E. P. S. G. Profª Uzenir Coelho Zeitune; em 1991 o 2º ano do Ensino Médio na E. E. P. S. G Dr. João Manoel Lobo; em 1992 concluiu o 3º ano do Ensino Médio na E. E. P. S. G. Monsenhor Gonçalves.
No dia em que completou 19 anos quis vivê-lo de modo extraordinário. Escolheu passar o dia do seu aniversário no seminário. Sua vivência no seminário foi um período de verdadeira transformação pessoal. Aquele jovem matuto e grotesco aos poucos foi dando lugar ao jovem que Deus quis modelar.
No último ano de seminário menor, mais precisamente em setembro de 1992, morre de modo imprevisto a sua mãe, aos 42 anos, de hipertensão. Foi um momento de prova para sua vocação e ao mesmo tempo de firme decisão.
No ano seguinte, 1993, inicia-se na filosofia no Seminário Diocesano Sagrado Coração de Jesus, da Diocese de São José do Rio Preto. Cursou dois anos de filosofia neste seminário. Depois, no final de 1994, movido por uma crise vocacional, tinha decidido em dar um tempo.
Mas o seu diretor espiritual o convidara para a Itália onde nos anos de 1995 a 1999 concluiu os cursos de filosofia e teologia na Facolta Teolagica Dell’ Itália Centrale, em Firenze na Itália. Viveu uma experiência de cinco anos numa comunidade de sacerdotes do movimento dos Focolares. Foram momentos de paraíso e de crescimento espiritual e humano, claro que não faltaram as cruzes.
Em agosto de 1999 regressa para o Brasil e, assim que retorna vai conversar com o seu novo bispo Dom David Picão. No tempo em que esteve na Itália, fez a opção por servir a diocese de Santos. Nesta conversa, já orientado pelo seu diretor espiritual, Pe. Nino Carta, fez a opção por servir a recém formada diocese de Caraguatatuba. Depois de muita conversação obteve as bênçãos do seu bispo e uma carta de apresentação, que possibilitou o seu encardinamento na nova diocese de Caraguatatuba.
Em 17 de dezembro de 1999 recebeu a sua ordenação diaconal, na igreja matriz Nossa Senhora Aparecida em Votuporanga/SP, sua cidade natal. Foi um motivo de grande festa para todos os seus conterrâneos e principalmente para a sua família.
No dia 23 de dezembro de 1999 morre o seu pai. Muitos diziam que foi movido pela emoção. Mas ele já estava muito debilitado por causa da bebida e outras extravagâncias. Foi também um momento de muita dor para o neo-diácono, mas dessa vez a vocação já estava solidificada.
Em janeiro de 2000 o bispo Dom Fernando Mason pediu a ele que fosse auxiliar na Paróquia São Sebastião, em São Sebastião. Junto ao então pároco Pe. Elmiram, pode desenvolver os seus primeiros passos de evangelização.
Em 15 de abril de 2000 recebeu a ordenação presbiteral na Catedral Divino Espírito Santo. Foi uma grande festa para todos, pois era o primeiro padre ordenado na nova diocese.
No dia 02 de fevereiro de 2001 foi nomeado pároco da Paróquia São João Batista, onde ficou por 6 anos e aumentou tanto a parte estrutural, como a parte pessoal da Pároquia.
No dia 10 de março de 2007 Pe. Marcos foi nomeado novo Pároco da Paróquia Santo Antônio. Logo que chegou, viu que o telhado da igreja precisava urgentemente ser trocado e definiu junto com o conselho que a arrecadação da Festa daquele ano seria em prol da troca do telhado. E assim foi feito. Também trocou o carro da Paróquia que ja estava bem antigo, por um Fiesta 0km. Trocou o antigo sacrário por um novo e também melhorou o local onde o mesmo era colocado. Colocou novos ventiladores, e também exaustores para melhorar a ventilação da igreja.
No ano de 2008, vendo a necessidade da Paróquia que não está suportando o numero de crianças que frequentam a catequese iniciou a obra do salão da igreja, onde será feita uma lage em todo espaço do salão e em cima por volta de 10 salas para reuniões. A metade da lage ja foi concluida e após a festa deste ano dará continuidade.
Para melhor arrecadação da festa, visando a grande dispesa que será a obra, Pe. Marcos conseguiu muitas doações da comunidade, pessoas que se propuseram a ajudar no que fosse preciso.
A Festa foi um sucesso!!!
E ja demos continuidade na lage, que deverá estar pronta até o fim do ano.
No dia 23 de junho de 2008, Padre Marcos Vinicius Rosa, foi homenageado na Câmara Municipal de Caraguatatuba, recebendo o Título de Cidadão Caraguatatubense. O autor do Título, Vereador Cristian Alves de Godoi (Baduquinha), foi parabenizado por todos.
Discurso de agradecimento pelo Título de Cidadão Caraguatatubense
Ad maiorem Dei gloriam.
Sim, tudo para a maior glória de Deus.
Caríssimos,
Exmo. Sr. presidente da Câmara Municipal de Caraguatatuba, Wilson Gobetti.
Excelentíssimo Sr. Prefeito Municipal de Caraguatatuba, José Pereira de Aguilar e esposa, a quem tenho muito carinho e respeito.
Exmo.Reverendíssimo Sr. Bispo diocesano de Caraguatatuba, Dom Antônio Carlos Altieri.
Exmo. Sr Vereador, Cristian Alves de Godoi (Baduquinha), que teve a iniciativa de indicar-me para receber este título,
Senhores vereadores aqui presentes;
Caros irmãos no sacerdócio;
Povo de Deus, aqui reunido.
Natural de da cidade de Votuporanga estava acostumado a intitular votuporanguense. Agora, devo também me acostumar em ser cidadão caraguatatubense.
Se estou hoje, recebendo este título de cidadão caraguatatubense, não é exclusivamente por meus méritos. Não fiz nada sozinho, sempre tive a colaboração e o apoio de muitas e muitas pessoas de boa vontade, que comigo estavam dispostas em serem colaboradores e construtores de uma nova sociedade, o reino de Deus.
Pessoas que não quero cometer o erro de nomear, pois poderia não dizer o nome de todos e isto seria injusto. Mas vou classificá-los como amigos e irmãos.
Agradeço a Deus pelo dom da vida e pelo dom da vocação, que hoje procuro responder cheio de falhas, mas com amor.
Agradeço aos meus pais, hoje já falecidos, Sr. Joaquim e dona Claudomira, mais conhecida por dona Nenê. Eles além de me conceder a vida, foram exemplares educadores. Afinal de contas, éramos cinco irmãos e quando pequeno, passamos por muitas dificuldades, até mesmo a fome extrema. E tudo isto serviu de ocasião à nossa educação. Hoje quando sento todos os dias à mesa para comer, lembro-me daquele período. E se tenho algo melhor para comer ou para vestir, não consigo fazê-lo sem lembrar dos meus irmãos e daqueles que sofreram como eu. Espero e acredito que eles Sr. Joaquim e dona Nenê estejam juntos na glória de Deus e que um dia eu possa estar com eles, celebrando a festa da eternidade.
Agradeço ao Padre Nino, meu primeiro pároco, que se tornou também meu primeiro reitor no seminário, a quem devo muito pela minha formação humana e espiritual. Foi através dele que senti o chamado de Deus e hoje sou Padre.
Agradeço ao Dom Fernando Mason, Bispo que me ordenou e que sempre confiou em mim. Ele foi para mim um grande pedagogo na vida sacerdotal. Soube compreender o meu jeito extrovertido, soube me indicar caminhos e acreditou no meu potencial encaminhando-me como vigário Paroquial na Paróquia São Sebastião e depois me confiando a responsabilidade de Pároco na Paróquia São João Batista.
Um fato de dom Fernando que trago bem na memória era as suas visitas repentinas e sua alegria quando lhe apresentava os progressos daquela comunidade. Ele vibrava junto e se tornou um amigo de casa, aquele que vem sempre para tornar um cafezinho.
Agradeço ao Dom Altieri por ter me confiado a Paróquia Matriz Santo Antônio de Caraguatatuba. Onde hoje procuro desenvolver meu ministério sacerdotal.
Agradeço ao nobre vereador Cristian Alves de Godoi (Baduquinha) por esta honrosa homenagem. Recordo de seu pai: vereador Baduca, homem de fé; homem político, lutador e fervoroso na fé. Agradeço juntamente a ele, a sua querida mãe, mulher de fibra e de fé, participante na igreja e uma fã do Padre Marcos.
Ao Baduquinha os meus sinceros agradecimentos e votos de que seja sempre o político do povo, político das causas da vida e da justiça em nossa cidade.
Agradeço a todos os vereadores que junto com o Baduquinha me concederam este título que muito me honra.
Agradeço aos meus irmãos sacerdotes pela fraternidade e pelo companheirismo de vibrar nas conquistas e de compadecer-se nos momentos de dificuldades.
Agradeço, por fim, a todos vocês povo de Deus. Gente amiga, companheira, colaboradora. Se hoje recebo este título de cidadão, o recebo em nome de todos. Pois se não fosse a vossa resposta às minhas provocações, nada disso seria possível. Sou apenas um provocador, um incentivador, pois aquilo que fiz, faço e se Deus quiser continuarei fazendo é apenas motivar vocês, gente amiga, irmãos de fé, a ter mais compromisso com Deus, a ter satisfação de ser cristãos católicos numa sociedade carente de referência e valores.
Tudo o que realizei no poiares: construindo a casa paroquial, a nova secretaria paroquial, construindo uma nova igreja, ampliando o espaço celebrativo na capela Nossa Senhora Aparecida, no bairro do tinga, criando o espaço celebrativo para a comunidade Nossa Senhora das Graças no bairro Jardim das Gaivotas. Motivando assim todo o povo de Deus daquele lugar foi graças ao amor de Deus e a resposta do povo de bom e fiel que precisa de caminho, compreensão, formação e incentivo para caminhar no seguimento de Cristo Jesus.
O pouco que contribui à Comunidade Divina Providência, que cuida de modo incansável aos moradores de rua: a aquisição do espaço onde hoje eles residem, a compra de materiais e viveres para sua manutenção e o acompanhamento espiritual que qualificou e qualifica esta comunidade como Carisma e não um mero serviço a sociedade. E um Carisma de Deus que veio a serviço dos moradores de rua e pelos que sofrem nas ruas que surgiu em Caraguatatuba. Tudo, tudo é graça, graça de Deus.
O que hoje faço na Matriz Santo Antônio: a troca das telhas da igreja, a implantação dos exaustores, melhorando assim a ventilação da igreja, assim como a colocação de novos ventiladores, a troca do sacrário, a reforma do salão de festa, o resgate da dignidade da Matriz Santo Antônio no importante desenvolvimento da cidade. O incentivo da colocação da imagem de Santo Antônio no alto do morro.
Tudo isto só está sendo possível por causa de um povo que ama e acredita no amor de Deus e confia neste humilde servo de Deus que hoje está à frente desta comunidade.
Mas não quero referir-me apenas as obras de pedra. Por onde passo, procuro e quero continuar colocando, a partir do exercício do meu ministério, da minha vocação, o meu próprio testemunho na luta pela justiça, no amparo aos excluídos e menos favorecidos.
Esse é o maior dos meus serviços, não em causa própria, mas pela única causa na qual eu acredito, Deus.
Agradeço a Maria, mãe de Deus e nossa mãe, por nos ter dado coragem para podes fazer-mos “tudo aquilo que o seu filho Jesus disser”.
Agradeço a Santo Antônio nosso padroeiro e doutor da igreja.
E que tudo isto que nos acontece hoje seja sim “para a maior glória de Deus”.
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.
Para sempre seja louvado.
Pe. Marcos Vinicius Rosa
Caraguatatuba, 23 de junho de 2008.
Párocos que fizeram parte da história
- Pe Manoel Esteves da Porciúncula
- Pe José Bueno da Cunha
- Pe Manoel Antônio da Silva
- Pe José Antônio Pinto
- Pe Joaquim Esteves de Matos
- Frei Miguel de Santa Rita
- Pe João Vicente Cabral
- Pe Vicente Pires da Mota
- Frei Cândido
- Pe Antônio de Santana Ribas Sandim
- Pe Antônio de Jesus Collares
- Pe José Maria Brandi
- Pe Vicente Terranova
- Pe Jerônimo Migliani
- Pe Ambrósio Zavataro
- Pe Satúrio Martins
- Frei Luiz Milani Vicente
- Frei Mariano Mercham
- Frei Pedro Tierso
- Pe Gastão Morais
- Pe Jaime Garzaro
- Pe Félix d’Angelo
- Pe Felipe Alonso
- Pe João frutuoso da Costa
- Pe Antão Jorge C.S.S.R.
- Pe Pascoal Reale
- Pe Manoel Gomes Leite
- Pe Francisco Lino dos Passos
- Frei Constâncio LoKKers
- Pe Izidoro Ermeti
- Frei Vitoriano Badra
- Pe Agenor Maria Santana
- Frei Teófilo Fraide
- Frei Luis Wands
- Pe Américo Virgílio Andrizzi
- Frei Edmundo Pieshoczek
- Frei Menando Kamps
- Frei Columbano Gilbert
- Frei Ivo Westerfeld
- Frei Tarcisio Shresckenberg
- Frei Crescêncio Gebert
- Frei Osmar Dirks
- Frei Gaspar Kneipp
- Frei Alonso Zimpermann
- Frei Sergio Hillshmein
- Frei João batista Kneipp
- Frei Pacifico Wagner
- Pe João balestieri
- Pe Antônio Pedron
- Pe Joaquim Clementino Leite
- Pe José Almeida dos Santos
- Mons. Gabriel Hiran
- Pe Miguel Shurmans
- Frei José Bertazzo
- Frei Benedito Ballio Prado
- Frei Geraldo Daprile
- Frei Vitório Infantino
- Pe André Afonso Maria Butti
- Pe Élcio Antônio Ramos
- Pe Caetano Rizzi
- Pe Miguel Rosseto
- Pe João Chungath
- Pe Jacob Putenkamdam
- Pe Zdzislaw N





















